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16 de maio de 2013

Projeto de Poupança na Secundária Homem Cristo


Poupar vale a pena?
A Escola Secundária Homem Cristo lançou, no início do ano letivo, o projeto "Poupar Vale a Pena!", no âmbito do Plano Nacional de Formação Financeira “Todos Contam”, com o objetivo de sensibilizar para a importância dos conhecimentos financeiros no quotidiano e promover a criação de hábitos de poupança. Ao aprovar e apoiar este projeto, a Escola Secundária Homem Cristo permitiu que, durante o primeiro período, os alunos e encarregados de educação da, em amostra representativa, respondessem a um inquérito por questionário, elaborado e aplicado pelos alunos da turma 12.º E. No segundo período, foi tempo para o tratamento e análise da informação recolhida, pelos alunos, à amostra representativa do universo em estudo. Agora, no terceiro período, foram divulgados os resultados em exposição no átrio e, no dia 15 de maio, com a finalidade de esclarecer e debater questões financeiras, convidámos a consultora financeira, Doutora Andreia Vitória que, aceitando o nosso pedido, nos proporcionou uma palestra/debate muito interessante, aberta à comunidade educativa, e que nos permitiu refletir sobre a importância da poupança na sociedade atual e, nas nossas vidas, em particular. Agradecemos à nossa convidada, aos professores, aos encarregados de educação, aos nossos alunos, à biblioteca escolar e a todos os que, de alguma forma, contribuíram para que os objetivos deste projeto fossem alcançados e nos proprocionassem, neste final de ano letivo, a sensação gratificante de missão cumprida.
Professora Stela Pinheiro, Área de Economia e Contabilidade - Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária Homem Cristo.

21 de janeiro de 2013

Economia C e Direitos Humanos - Solidariedade em ação!



No dia 10 de Dezembro comemorou-se o Dia internacional dos Direitos Humanos na escola Secundária Homem Cristo. Esta actividade ficou marcada por uma tentativa de vários alunos para despertar a comunidade escolar, de uma forma geral, para situações que desrespeitam esses mesmos direitos, como a pobreza, a tortura, o trabalho infantil, entre outros. O despertar para estas situações é de extrema importância devido, essencialmente, ao facto de muitas delas estarem mais perto de nós do que aquilo que normalmente imaginamos. Assim, os alunos realizaram várias actividades  como a elaboração de cartazes e vídeos informativos. Realizou-se, ainda, uma recolha de brinquedos, durante a última semana de aulas do 1º período, que viriam a ser entregues na associação “Casa Mãe de Aradas”, uma associação que mantém presentemente as valências de Creche, Pré-Escolar, Gabinete de Reinserção Social e integra o Complemento Solidário de Idosos, privilegiando assim o apoio à infância e acção social. Os brinquedos recolhidos viriam, assim, a tonar o ano de 2013 um ano mais feliz para várias crianças desta instituição. Depois da realização desta actividade  é essencial, então, esperar que a importância dos Direitos Humanos continue presente na memória de cada um, não só no dia em que estes se comemoram, mas em todos os dias da vida de cada um. Só assim é possível garantir que cada um de nós respeita estes direitos, mas está, também, atento a situações que os põem em causa.
Beatriz Ribau, Daniela Soares da Costa e Maria Inês Almeida, 12ºE.

Economia C e Direitos Humanos - Saúde ambiental



No âmbito do Dia Internacional dos Direitos Humanos o nosso grupo decidiu realizar um pequeno filme e construir uma página no Facebook, com o objectivo de alertar as comunidades escolar e aveirense para o estado de degradação em que a Ria de Aveiro se encontra actualmente.
A apresentação do filme foi feita na escola, ao longo de todo o dia. A página do Facebook, está sempre a ser actualizada com novas informações e curiosidades. Participa em

Alexandra Meleca e SóniaGabriel -12ºE 




Como cidadãs defensoras do meio-ambiente, achámos pertinente abordar o problema da poluição na Ria de Aveiro. Todos temos direito a um ambiente sadio que promova o desenvolvimento sustentável e, uma vez que a ria é um ponto turístico, bem como um dos locais mais apreciados da nossa região, sendo a sua imagem de marca, o nosso grupo decidiu fazer um debate, após a visualização de um pequeno vídeo com imagens da ria limpa e poluída, feito por nós, como forma de sensibilização dos alunos da nossa turma, 12ªA. Durante o debate, conclui-se que o facto de não haver poluição na Ria, acarreta muitas mais vantagens do que desvantagens, visto que a ria de Aveiro límpida, dá um melhor aspeto à nossa cidade, tornando-a mais bonita e atrativa, o que irá contribuir para uma dinamização da economia, já que irá aumentar o desenvolvimento de várias atividades ligadas à ria, desde a preservação das salinas às atividades desportivas para além de atrair muitos turistas e as viagens de moliceiro, que são tão apreciadas, irão aumentar.
 Ana Fernandes, Daniela Jarmelo e Joana Real - 12ºA
 

Economia C e Direitos Humanos - Justiça Social




      Justiça Social  implica que todos os Seres Humanos tenham as necessidades básicas satisfeitas, desfrutem de igualdade de oportunidade, não sofram discriminação e tenham acesso aos bens públicos. Infelizmente, não existe justiça social em Portugal porque, devido ao aumento do desemprego e consequente aumento de pobreza, muitas pessoas são diariamente discriminadas. Por isso, realizámos um vídeo para alertar a comunidade escolar de que todos os direitos devem ser respeitados, independentemente das condições financeiras em que cada um se encontra.


Bárbara Ferreira, Cátia Oliveira, Mariana Gama e Marisa Conceição - 12ºA

Economia C e Direitos Humanos - Trabalho não é para Crianças!



As crianças, por serem frágeis e indefesas, merecem ser alvo da melhor das proteções por parte dos adultos responsáveis. Sentimo-nos no dever de dar voz à dor das crianças cujos direitos são desrespeitados, tentando alertar a comunidade escolar para a realidade presente em pleno século XXI. Conseguimos aliar os Direitos Humanos à Economia Portuguesa, na medida em que se o nosso desafio fosse cumprido e as ideias postas em prática, as consequências seriam vantajosas no cumprimento da DUDH, e no melhoramento da qualidade de vida das populações, nomeadamente das crianças.

Margarida Ferreira, Patrícia Sousa, Raquel Martins, Rita Figueiredo,12ºA